Cap. 3 – A ansiedade

Começamos o capitulo com Joanna fazendo uma comparação dos tempos passados e do  presente. Retoma o século XIX para dizer que se nesse momento o homem era pautado no individualismo, hoje ele tenta de todas as maneiras fazer parte de um coletivo que aprisiona, frustra e destrói.

Vivemos em uma sociedade adoecida e muitas vezes alienada, se no capitulo anterior Joanna afirma que nós mudamos de conduta para uma outra conduta nada saudável nesse ela especifica o que seria isso.

Neste vemos um homem que não quer ser vitimado pela rotina e que tenta a qualquer custo se encaixar no comportamento massificante instaurado na sociedade. A parti disso ela conclui que a ansiedade é uma das condutas mais habituais da contemporaneidade. 

Ela elenca vários eventos rotineiros dentro da sociedade, os quais geram incerteza, instabilidade e que consequentemente produz uma espécie de ansiedade generalizante.

Além disso, ela faz uma critica ao homem e a sua criação social. Joanna analisa que todos nós vivemos em um sistema em que fazemos a mesma coisa, agimos da mesma maneira e passamos de uma questão para outra com tanta velocidade que caímos em uma ansiedade crescente.

E mais uma vez ela pontua o egoísmo, impregnado no homem e na sociedade, como também um fator gerador de ansiedade. Joanna coloca que a preocupação de parecer triunfador, de estar sempre por cima, de ser lembrado e reconhecido é o que move o homem contemporâneo. Com isso, criam-se diversos ídolos exóticos e efêmeros que simbolizam um ideal que fazem o homem se inquietar e muitas vezes entrar em conflito ao se deparar com os seus limites pessoais.

Portanto, Joanna esclarece que os indivíduos apegados aos conflitos da competição humana ou deixando-se vencer pela acomodação passa a desviar-se  da finalidade essencial da existência terrena que se resume na aquisição de recursos eternos. E concluindo com Joanna citamos:

“A sociedade atual sofre a terapia desordenada que usou na enfermidade antiga do homem, que ora se revela mais debilitado do que antes. São válidas, para este momento de ansiedade, de insatisfação, de tormento, as lições do Cristo sobre o amor ao próximo, a solidariedade fraternal, a compaixão, ao lado da oração, geradora de energias otimistas e da fé, propiciadora de equilíbrio e paz, para uma vida realmente feliz, que baste ao homem conforme se apresente, sem as disputas conflitantes do passado, nem a acomodação coletivista do presente.”

Obs: É importante lembrar que essa resenha é baseada nas interpretações pessoais minhas e que cada capitulo pede uma reflexão bem mais profunda do que essa simplíssima resenha.

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