Capitulo 4 – Medo

O medo engendra diversos comportamentos que consideramos muito normais na sociedade. Joanna vai a fundo e traz a tona como temos construído nossos valores e a nossa própria realidade em coisas transitórias e muitas vezes geradoras de patologias.

Ela analisa as nossas preferencias de entretenimento como formas superficiais de escapar do medo que cultivamos no intimo de nosso ser. Os abusos de todas as ordens nas áreas do sexo, do dinheiro e dos vícios muitas vezes sugerem um medo de olhar para si e para as relações que temos cultivado.

A nova geração, diz Joanna, não quer em nada parecer com as gerações passadas e para isso não se importa de viver uma nova realidade baseada em alucinações e entorpecimentos dos sentidos e quem não consegue acompanhar essa avalanche da nova ordem, fica afogado no rio volumoso, perde o respeito por si mesmo, aliena-se e sucumbe.

Assim, vemos um homem enlanguescido pelos excessos ou perturbado pelos seus desejos absurdos. Ele se adapta às sombras da insensatez e negligencia o sentido ético gerador da paz. A partir disso , Joanna elenca que desse sentimento produz-se um sentimento de anarquia, de mudança , de desordem, todos produtos de uma sociedade aterrorizada pelo passado e por si mesma. Afirma que aqueles que catalogaram a década de 20 e 30 como “era perdida” criaram hoje a “era da insegurança”

“Esta é uma sociedade amedrontada. As gerações anteriores também cultivaram os seus medos de origem atávica e de receios ocasionais. O excesso de tecnicismo com a correspondente ausência de solidariedade humana produziram a avalanche dos receios.” ( pag. 18)

E então, chegamos em um ponto central desde capitulo, no qual Joanna nos mostra aonde está as causas do medo: No Espírito. Nos mostra que os fenômenos de ordem fóbica tem muitas vezes origens em experiências passada – fracassadas – nas quais a culpa não foi liberada e acaba se transferido para uma consciência faltosa em outra experiência encarnatórias do ser. Assim, ela elenca alguns exemplos aonde a culpa não se desfez e consequentemente se transformou em medo.

Terminamos esse capitulo com o esclarecimento de que é com o desenvolvimento da fé, do conhecimento da imortalidade da alma e da reencarnação que aos poucos vamos conseguindo vencer as amarras do medo e caminhar para um desenvolvimento mais saudável e adequado a nossa evolução. Lembremos que somos seres imortais e que a jornada terrena é um ponto no infinito.

Obs: É importante lembrar que essa resenha é baseada nas interpretações pessoais minhas e que cada capitulo pede uma reflexão bem mais profunda do que essa simplíssima resenha.

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