Capitulo 7-Homens aparência

A partir desse capitulo vou começar a elencar aqui algumas citações do capitulo do livro e um breve comentário sobre eles. Vamos lá então.

“A falta de uma consciência idealista, na qual predomina o bem geral sem os impulsos egoístas que trabalham em favor do imediatismo, torna difícil a realização da liberdade.”

Nesta fala de Joanna vemos que ela retoma o tema da liberdade e questiona o nível consciencial da sociedade e coloca duas características do homem de nosso tempo: o egoísmo e o imediatismo. E a partir disso podemos refletir em que bases estamos construindo os nosso valores e como isso está diretamente ligado com o conceito distorcido de liberdade.

“Incapaz de controlar­-se, mantendo uma atitude criativa e otimista, mesmo em face dos dissabores, a liberdade se lhe transforma em uma conquista vazia, cuja finalidade é permitir­-lhe extravasar os impulsos primitivos e as paixões agressivas, em atentado cruel contra aquilo que pretende: o anseio de ser livre.”

Nesse sentindo vemos que essa distorção do conceito e sentindo de liberdade é explanado de forma mais contundente. O homem egoísta e imediatista converte-a em uma conquista vazia e a utiliza apenas para extravasar seus conteúdos inferiores e desintegrados, logo ela toma patamares tão materialistas e efêmeros que nada gera de criativo e superior.

Assim, vemos que este capitulo vai retoma aquilo que vimos nos anteriores, e como isso molda um homem de aparência em que nada mostra do seu interior. Até porque o seu interior ainda é permeado por muitas sombras que ele teme emergir a consciência. Logo, ele se reconhece como produto de um meio e de uma cultura sem aspectos eternos e intrínsecos a sua própria identidade. Pois, o homem moderno está tão afastado do Si-mesmo que acredita que o que ele encontra na sociedade é uma verdade absoluta.

“Reverter o sistema injusto e desgastante, no qual se mede e valoriza o homem pelo que tem, e não pelo que é, em razão do que pode, não do que faz, é o compromisso de todo aquele que é livre.”

Joanna ao decorrer do capitulo vai nos dado orientações do que seria o caminho e de como deturparmos ele e para isso vamos finalizando com mais uma citação.

“Na consciência profunda está ínsita a verdadeira liberdade, que deve ser buscada mediante o mergulho no âmago do ser e a reflexão demorada, propiciadora do autoconhecimento. Em realidade o homem é livre e nasceu para preservar este estado. Não tem limites a conquista da liberdade, porquanto ele pode, embora não deva, optar por preservar ou não o corpo, através do suicídio espetacular ou escamoteado, na recusa consciente ou não de continuar a viver.”

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